Um total de 24 pacientes se inscreveram para se submeter aos primeiros testes clínicos para tratar dois tipos de cegueira com células-tronco, anunciou a companhia Advance Cell Technology (ACT) de Massachusetts.
A agência de medicamentos e alimentos dos Estados Unidos (FDA) deu luz verde há alguns meses para iniciar os testes clínicos que tratarão uma forma de cegueira juvenil conhecida como doença de Stargardt e a cegueira por degeneração macular relacionada com a idade (DME), uma das principais causas de cegueira em maiores de 50 anos.
Agora que os primeiros pacientes se inscreveram, os testes começarão "em um futuro muito próximo", disse um porta-voz da ACT.
"Estes testes marcam um passo significativo para um dos campos menos desenvolvidos e mais necessitados do nosso tempo, o tratamento de uma forma até agora incurável de cegueira e para as formas comuns de cegueira", disse o líder das pesquisas, Steven Schwartz, da Universidade da Califórnia.
As células-tronco embrionárias são células mestras do corpo, capazes de gerar todos os tecidos e órgãos. Seu uso é controvertido porque muitas pessoas se opõem à destruição de embriões.
Fonte: Diário de Pernambuco
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segunda-feira, 22 de outubro de 2012
sábado, 20 de outubro de 2012
Cegos testam aparelhos que podem aposentar a bengala
Depois de ter perdido a visão num acidente de carro, o funcionário público Telésforo Nogueira teve que fazer curso de um ano para aprender a andar de bengala. "À medida em que eu bato a bengala de um lado, eu ponho o pé do outro", comenta Nogueira.
Nesta semana, pela primeira vez, em 29 anos, ele caminhou na rua, com as mãos livres da bengala. O funcionário público é um dos primeiros cegos a testar o aparelho, criado em um hospital filantrópico para deficientes visuais, em Belo Horizonte.
A ideia é simples, mas exigiu muita pesquisa. O equipamento é cheio de sensores. E, ao detectar um obstáculo, emite sons de alerta. O aparelho é preso ao corpo e ligado a uma bateria que cabe no bolso. Por enquanto, é só um protótipo testado em voluntários.
Um dos problemas revelados pelos testes é que o equipamento ainda não consegue identificar quando, diante do cego, há buracos ou degraus. "Eu não tenho confiança nele pra isso igual eu tenho na bengala", disse Nogueira.
"Vai haver um sensor pra isso, apontado pro chão", disse o médico oftalmologista, Leonardo César Gontijo, que participou do desenvolvimento do aparelho. Com uma outra voluntária, Vera de Abreu, que já nasceu com deficiência visual, o aparelho funciona muito bem, apitou para obstáculos como um poste e outra pessoa que entrou no caminho repentinamente. Em uma outra tentativa, a voluntária bate em um orelhão, mas o susto foi útil. Este acidente fez com que o médico-inventor pensasse em instalar sensores também na altura dos olhos. "Já quebrei um dente no orelhão", contou a voluntária.
O substituto de bengalas mineiro vai ser apresentado semana que vem no Congresso Brasileiro de Oftalmologia. O equipamento deve começar a ser vendido em um ano. "Eu imagino que deva custar o preço de um celular", disse o médico. E só quando o aparelho estiver mesmo nas ruas é que saberemos se as bengalas para cegos, um dia, vão ser coisa do passado.
"A bengala avisa, mas o aparelho avisa mais rápido", disse Vera.
Fonte: Fantástico
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terça-feira, 16 de outubro de 2012
MEC: matrículas de alunos com deficiência sobem 933,6% em 10 anos
05/10/2012
Dado foi confirmado pelo Ministério em seu site e diz respeito ao intervalo de 2000 a 2010.
O Ministério da Educação (MEC) informou nesta segunda-feira, por meio de seu site, que a quantidade de matrículas de pessoas com deficiência na educação superior aumentou 933,6% entre 2000 e 2010. Estudantes com deficiência passaram de 2.173 no começo do período para 20.287 em 2010 - 6.884 na rede pública e 13.403 na particular. O número de instituições de educação superior que atendem alunos com deficiência mais que duplicou no período, ao passar de 1.180 no fim do século passado para 2.378 em 2010. Destas, 1.948 contam com estrutura de acessibilidade para os estudantes.
De acordo com o MEC, no orçamento de 2013, o governo federal vai destinar R$ 11 milhões a universidades federais para adequação de espaços físicos e material didático a estudantes com deficiência, por meio do programa Incluir.
O Incluir tem como objetivo promover ações para eliminar barreiras físicas, pedagógicas e de comunicação, a fim de assegurar o acesso e a permanência de pessoas com deficiência nas instituições públicas de ensino superior. Até 2011, o programa foi executado por meio de chamadas públicas. Desde 2012, os recursos são repassados diretamente às universidades, por meio dos núcleos de acessibilidade. O valor destinado a cada uma é proporcional ao número de alunos.
Entre 2013 e 2014, o governo afirma que vai abrir 27 cursos de letras com habilitação em língua brasileira de sinais (libras) nas universidades federais, uma em cada unidade da Federação. Segundo o MEC, o Instituto Nacional de Educação de Surdos (Ines) vai ofertar mais 12 cursos de educação bilíngue (português¿libras) a partir do próximo ano.
Para dar suporte de recursos humanos aos novos cursos nas universidades federais, será autorizada a abertura de 229 vagas de professores e 286 de técnicos administrativos. As ações fazem parte do eixo educação do Plano Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência - Viver sem Limite, que envolve diversos ministérios para promover a inclusão, autonomia e direitos das pessoas com deficiência.
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terça-feira, 2 de outubro de 2012
Cego quer criar celular com tela de toque para quem não vê
18/01/2009 - The New York Times.
Biografia de T. V. Raman.
O cientista T.V. Raman foi uma criança estudiosa, que desenvolveu uma paixão por matemática e quebra-cabeças ainda bem pequeno. A paixão não mudou quando um glaucoma o cegou aos 14 anos. O que mudou foi o papel que a tecnologia - e suas próprias inovações - desempenhou na busca de seus interesses. Raman, que dependia de voluntários para ler enquanto estudava numa universidade técnica de seu país de origem, Índia, passou a levar uma vida autônoma no Vale do Silício, onde é um cientista da computação e engenheiro do Google altamente respeitado. Agora, aos 43 anos, trabalha para modificar a última tecnologia que, segundo ele, pode tornar a vida dos cegos mais fácil: um telefone touch-screen.
Para Todos.
Algumas inovações de Raman podem ajudar a tornar invenções eletrônicas e serviços da web mais amigáveis para todo mundo. Em vez de perguntar como algo funciona caso a pessoa não enxergue, ele prefere perguntar: "como isso funciona quando o usuário não está olhando para a tela?"
Tais sistemas podem ser úteis para motoristas ou qualquer um que possa se beneficiar de um acesso não-visual ao telefone. Eles também podem atrair a geração de meia-idade, cuja perda de visão enquanto envelhecem não a impede de querer continuar usando a tecnologia da qual passaram a depender.
A abordagem de Raman reflete um reconhecimento de que muitas das inovações desenvolvidas primordialmente para pessoas com deficiência acabaram beneficiando um público mais amplo, disse Larry Goldberg, que supervisiona o Centro Nacional de Mídia Acessível da WGBH, estação de rádio pública de Boston.
O Celular Touch-Screen Acessível.
Sem botões para guiar os dedos em sua superfície vítrea, o celular touch-screen pode parecer um belo desafio. Mas Raman disse que, com os ajustes certos, os celulares touch-screen - muitos já equipados com tecnologia GPS e bússola - podem ajudar os cegos a navegar pelo mundo. "Não é difícil entender que seu telefone pode dizer, 'ande reto e em 60 metros você chegará à intersecção de X com Y,'" disse Raman. "Isso é completamente factível."
Sem botões para guiar os dedos em sua superfície vítrea, o celular touch-screen pode parecer um belo desafio. Mas Raman disse que, com os ajustes certos, os celulares touch-screen - muitos já equipados com tecnologia GPS e bússola - podem ajudar os cegos a navegar pelo mundo. "Não é difícil entender que seu telefone pode dizer, 'ande reto e em 60 metros você chegará à intersecção de X com Y,'" disse Raman. "Isso é completamente factível."
Tecnologias Devem Ser Antecipadamente Projetadas com Acessibilidade.
Os obstáculos na internet têm muitas formas. Uma comum é o Captcha, um recurso de segurança que consiste em uma sequência de letras e números distorcidos que os usuários devem ler e digitar antes de se registrarem para um novo serviço ou enviar e-mail. Poucos sites oferecem um Captcha sonoro. Algumas páginas são apenas mal projetadas, como sites de comércio eletrônico em que o botão para checar sua compra é uma imagem sem nada escrito, o que impede dispositivos leitores de tela de encontrá-lo.
"A vasta maioria da indústria realmente não avançou para oferecer à comunidade cega acesso igualitário a seus produtos," disse Eric Bridges, diretor de mobilização e relações governamentais do Conselho Americano para Cegos. Bridges e outros grupos de interesse defendem que a acessibilidade deveria estar inserida nas novas tecnologias, não pensada depois como complemento.
Os obstáculos na internet têm muitas formas. Uma comum é o Captcha, um recurso de segurança que consiste em uma sequência de letras e números distorcidos que os usuários devem ler e digitar antes de se registrarem para um novo serviço ou enviar e-mail. Poucos sites oferecem um Captcha sonoro. Algumas páginas são apenas mal projetadas, como sites de comércio eletrônico em que o botão para checar sua compra é uma imagem sem nada escrito, o que impede dispositivos leitores de tela de encontrá-lo.
"A vasta maioria da indústria realmente não avançou para oferecer à comunidade cega acesso igualitário a seus produtos," disse Eric Bridges, diretor de mobilização e relações governamentais do Conselho Americano para Cegos. Bridges e outros grupos de interesse defendem que a acessibilidade deveria estar inserida nas novas tecnologias, não pensada depois como complemento.
No Google
Pessoas com outras deficiências enfrentam desafios similares na internet. "Para os surdos, a frustração é grande por causa dos muitos vídeos sem legenda," disse Goldberg. Raman, que antes de se juntar ao Google em 2005 trabalhou na Adobe Systems e como pesquisador na IBM, está intimamente familiarizado com problemas de acessibilidade, tanto pessoal quanto profissionalmente.
Em 2006, ele desenvolveu uma versão do mecanismo de busca do Google que dá leve preferência a sites que funcionem bem com leitores de tela. O sistema precisou testar milhões de páginas da web. "Não se achava uma única que satisfazia totalmente as necessidades da acessibilidade," disse Raman. Mesmo assim, o sistema pôde detectar quais páginas funcionavam razoavelmente bem com os leitores de tela. O serviço não está tão difundido quanto ele esperava. Mas causou impacto. Diversos desenvolvedores de web sites cujas páginas não apareciam em destaque nos resultados do Google perguntaram a Raman como poderiam consertá-las para conseguir melhor posição.
Recentemente, Raman trabalhava em um artigo científico sobre o futuro da estrutura da internet. O monitor estava sobre a escrivaninha. Ele geralmente fica desligado, a não ser que Raman queira mostrar a um colega ou visitante no que está trabalhando. Ele digitava no teclado, a cabeça levemente inclinada escutando o leitor de tela por um par de fones de ouvido sem fio. O leitor está calibrado para falar com quase o triplo da velocidade de uma voz normal. Para o ouvido destreinado, o resultado é incompreensível, mas é isso que permite Raman "ler" praticamente na mesma velocidade de uma pessoa com visão.
Ele divide o espaço de trabalho no Google com Charles Chen, um engenheiro de 25 anos, e Hubbell, seu cão-guia. (Hubbell possui seu próprio site.) Chen, que enxerga, desenvolveu um leitor de telas gratuito para páginas da internet que funciona no navegador Firefox. Trabalhando em conjunto, os dois recentemente (2005) acrescentaram atalhos no teclado que ajudam cegos e usuários de visão limitada a navegar mais rápido pelos resultados do Google.
Pessoas com outras deficiências enfrentam desafios similares na internet. "Para os surdos, a frustração é grande por causa dos muitos vídeos sem legenda," disse Goldberg. Raman, que antes de se juntar ao Google em 2005 trabalhou na Adobe Systems e como pesquisador na IBM, está intimamente familiarizado com problemas de acessibilidade, tanto pessoal quanto profissionalmente.
Em 2006, ele desenvolveu uma versão do mecanismo de busca do Google que dá leve preferência a sites que funcionem bem com leitores de tela. O sistema precisou testar milhões de páginas da web. "Não se achava uma única que satisfazia totalmente as necessidades da acessibilidade," disse Raman. Mesmo assim, o sistema pôde detectar quais páginas funcionavam razoavelmente bem com os leitores de tela. O serviço não está tão difundido quanto ele esperava. Mas causou impacto. Diversos desenvolvedores de web sites cujas páginas não apareciam em destaque nos resultados do Google perguntaram a Raman como poderiam consertá-las para conseguir melhor posição.
Recentemente, Raman trabalhava em um artigo científico sobre o futuro da estrutura da internet. O monitor estava sobre a escrivaninha. Ele geralmente fica desligado, a não ser que Raman queira mostrar a um colega ou visitante no que está trabalhando. Ele digitava no teclado, a cabeça levemente inclinada escutando o leitor de tela por um par de fones de ouvido sem fio. O leitor está calibrado para falar com quase o triplo da velocidade de uma voz normal. Para o ouvido destreinado, o resultado é incompreensível, mas é isso que permite Raman "ler" praticamente na mesma velocidade de uma pessoa com visão.
Ele divide o espaço de trabalho no Google com Charles Chen, um engenheiro de 25 anos, e Hubbell, seu cão-guia. (Hubbell possui seu próprio site.) Chen, que enxerga, desenvolveu um leitor de telas gratuito para páginas da internet que funciona no navegador Firefox. Trabalhando em conjunto, os dois recentemente (2005) acrescentaram atalhos no teclado que ajudam cegos e usuários de visão limitada a navegar mais rápido pelos resultados do Google.
O Mundo Portátil.
Agora, a dupla se dedica aos celulares touch-screen. "As coisas nas quais tenho mais interesse são as que estão migrando para o mundo portátil, porque é uma grande mudança na vida das pessoas," disse Raman.
Para mostrar seu progresso, Raman puxou do bolso da calça jeans seu T-Mobile G1, um celular touch-screen com o software Android do Google. Ele e Chen já o equiparam com um software cuja narração é bem parecida com a de um PC. Agora trabalham em formas que permitam cegos, ou qualquer um que não esteja olhando para a tela, inserir textos, números e comandos. Esse recurso complementaria os sistemas de reconhecimento de voz, que não são sempre confiáveis e não funcionam bem em ambientes barulhentos.
Como ele não pode apertar um botão específico na tela sensível, Raman criou um teclado que funciona a partir de posições relativas. Ele interpreta o primeiro toque em qualquer lugar na tela como um 5, o centro de um teclado numérico normal de telefone. Para discar qualquer outro número, ele simplesmente desliza o dedo em sua direção - acima à esquerda para o 1, abaixo à direita para o 9 e assim por diante. Se comete um erro, pode apagar um dígito simplesmente balançando o telefone, que detecta movimento.
A dupla testa diversos outros mecanismos de entrada de dados. Nenhuma dessas tecnologias está no mercado, mas Raman, que já usa o G1 como seu principal celular, espera em breve torná-las disponíveis gratuitamente. (Hoje, há poucos leitores de telas disponíveis para smartphones e eles costumam custar tanto quanto o próprio telefone.)
Sinais de Trânsito.
Segundo Raman, a mais revolucionária tecnologia móvel - um telefone que pode reconhecer e ler sinais de trânsito por meio de sua câmera - ainda está a alguns anos de distância. Certos dispositivos já conseguem ler textos dessa forma. Mas como os usuários cegos não sabem onde esses sinais estão, não podem apontar a câmera ou alinhá-la adequadamente, disse Raman.
Segundo ele, quando os chips se tornarem poderosos o suficiente, serão capazes de detectar a localização do sinal e lê-lo mesmo distorcido. "Vai acontecer," disse. E quando acontecer, também vai beneficiar os usuários que enxergam. "Se você tem uma tecnologia que reconhece um sinal de trânsito enquanto você dirige, isso ajuda a todos," disse. "Em um país estrangeiro, irá traduzi-lo."
Segundo Raman, a mais revolucionária tecnologia móvel - um telefone que pode reconhecer e ler sinais de trânsito por meio de sua câmera - ainda está a alguns anos de distância. Certos dispositivos já conseguem ler textos dessa forma. Mas como os usuários cegos não sabem onde esses sinais estão, não podem apontar a câmera ou alinhá-la adequadamente, disse Raman.
Segundo ele, quando os chips se tornarem poderosos o suficiente, serão capazes de detectar a localização do sinal e lê-lo mesmo distorcido. "Vai acontecer," disse. E quando acontecer, também vai beneficiar os usuários que enxergam. "Se você tem uma tecnologia que reconhece um sinal de trânsito enquanto você dirige, isso ajuda a todos," disse. "Em um país estrangeiro, irá traduzi-lo."
"Existem problemas interessantes a serem resolvidos na área".
Raman acredita que o maior impacto vai acontecer quando ele convencer outros engenheiros a tornar seus produtos acessíveis - ou, melhor ainda, quando convencê-los de que existem problemas interessantes a serem resolvidos na área. "Se eu conseguir outros dez engenheiros motivados a trabalhar com acessibilidade," disse, "será um ganho imenso."
Tradução: Amy Traduções.
Atualização: Touch para quem não vê - IPHONE.
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sábado, 29 de setembro de 2012
Colete com GPS ajuda a guiar deficientes visuais
O protótipo do aparelho, chamado Point Locus, reconhece a voz do usuário e vibra para indicar a direção
por Redação Galileu
Tecnologia e design podem caminhar junto para facilitar a vida das pessoas. O Point Locus, um dispositivo portátil dedicado a orientação de deficientes visuais é um exemplo.
Desenvolvido por designers canadenses, o colete usa a tecnologia do GPS para guiar e auxiliar a locomoção de pessoas que não enxergam.
sexta-feira, 28 de setembro de 2012
Japão desenvolve “robô-guia” para cegos
Assim como o cão-guia, equipamento ajuda deficiente visual a se deslocar
Durante o percurso, o robô fala com a pessoa, com uma voz computadorizada feminina, e dá detalhes sobre o ambiente e obstáculos.
A máquina consegue andar por superfícies planas e também por obstáculos. Ele é capaz, por exemplo, de subir e descer escadas.
A expectativa é que novas versões do equipamento tenham comando de voz e também GPS para uma navegação melhor.
Veja o vídeo:
por Redação Galileu
A empresa japonesa NSK em parceria com a University of Electro-Communications desenvolveu um “cão-robô” para guiar pessoas com deficiência visual.
O "cachorro" é ativado quando a pessoa pressiona a alça. Com esse sinal, o robô entende que o deficiente está pronto para seguir.
A empresa japonesa NSK em parceria com a University of Electro-Communications desenvolveu um “cão-robô” para guiar pessoas com deficiência visual.
O "cachorro" é ativado quando a pessoa pressiona a alça. Com esse sinal, o robô entende que o deficiente está pronto para seguir.
A máquina consegue andar por superfícies planas e também por obstáculos. Ele é capaz, por exemplo, de subir e descer escadas.
A expectativa é que novas versões do equipamento tenham comando de voz e também GPS para uma navegação melhor.
Veja o vídeo:
segunda-feira, 24 de setembro de 2012
Programa imprime fotos táteis, que cegos podem 'ver'
Em um mundo cercado de imagens, muitas delas apenas na tela do computador, quem não consegue enxergar acaba perdendo uma grande parte da experiência sensorial do mundo que o cerca. Existem algumas tecnologias para ampliar o acesso dos deficientes visuais aos meios eletrônicos, mas quando se trata de fotografia, os avanços são tímidos.
Inspirado por um pesquisador deficiente visual que se queixava da falta de informações gráficas, o pesquisador Baoxin Li, da Universidade do Estado do Arizona, nos Estados Unidos, iniciou seu trabalho no desenvolvimento de um programa que transforma fotografias comuns em imagens que podem ser "vistas" por deficientes visuais.
O programa usa um algoritmo que captura as linhas essenciais para a percepção de um rosto e forma uma imagem que pode ser impressa em alto relevo. O software não traduz todas as expressões em relevo, porque tornaria a imagem poluída demais, ele seleciona apenas as linhas de maior relevância para a compreensão do rosto. A foto pode passar para o papel por meio de uma impressora tátil em cerca de um minuto.
Por enquanto, os programa só transforma fotografia de rosto, mas os pesquisadores esperam desenvolver em breve uma forma de fazer mapas em alto relevo. As impressoras táteis normalmente existem apenas em instituições especializadas em deficientes visuais. Mas Li disse ao Discovery News que logo as fotografias que passarem por seu programa poderão ser sentidas por cegos usando gadgets que permitirão sensações táteis.
fonte: http://revistagalileu.globo.com/Revista/Common/0,,EMI211964-17770,00-PROGRAMA+FAZ+FOTOS+QUE+CEGOS+PODEM+VER.html
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terça-feira, 18 de setembro de 2012
Cinema para cegos em Cuba
Cuba: as pessoas cegas e deficientes visuais também vão ao cinema
O projeto “Apalpando a Luz” de filme para cegos foi lançado em Cuba em julho de 2011. Existem mais de 30.000 pessoas cegas em Cuba, muitos dos quais foram capazes de descobrir o cinema com esta iniciativa na ilha caribenha.
O custo de fazer um áudio-descripcion é muito alto, 8 especialistas trabalham pelo menos um mês. Poupam um pouco trabalhando com filmes cubanos, porque os seus autores transferem os direitos sobre o filme transferidos quando explicou o projeto.
Hoje essas sessões especiais ocorrem uma vez por mês em um dos cinemas da capital cubana. Neste momento, os fãs de cinema deficientes visuais podem se tornar espectadores em mais de 20 filmes, todos eles de produção cubana.
<iframe width="560" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/JYpjPDEAsQ4" frameborder="0" allowfullscreen></iframe>
Fonte: https://tudoparaminhacuba. wordpress.com/tag/cinema-para- cegos-em-cuba/
O custo de fazer um áudio-descripcion é muito alto, 8 especialistas trabalham pelo menos um mês. Poupam um pouco trabalhando com filmes cubanos, porque os seus autores transferem os direitos sobre o filme transferidos quando explicou o projeto.
Hoje essas sessões especiais ocorrem uma vez por mês em um dos cinemas da capital cubana. Neste momento, os fãs de cinema deficientes visuais podem se tornar espectadores em mais de 20 filmes, todos eles de produção cubana.
<iframe width="560" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/JYpjPDEAsQ4" frameborder="0" allowfullscreen></iframe>
Fonte: https://tudoparaminhacuba.
domingo, 16 de setembro de 2012
Jogos de computador para cegos
Texto extraido de http://www.lerparaver.com/jogos_acessiveis
Não sei se esta é uma realidade conhecida pela maioria de entre vós mas decidi escrever este artigo para dar a conhecer e talvez para orientar alguns possíveis novos interessados para este novo mundo que é uma fonte de bem-estar que nos transmite um sentimento de muita igualdade principalmente para os jovens como eu!
Eu em criança, como muitas crianças cegas tinha sempre o desejo incontrolável de ser igual aos outros e de fazer tudo o que os meus amigos faziam. Nessa altura todas as crianças passavam muito tempo a jogar computador e eu claro não conseguia.
Mas agora tudo mudou, muitos produtores (a maioria de países anglo saxónicos) criaram o fenómeno dos “acessible games” ou seja jogos que são totalmente acessíveis para pessoas sem visão.
E porquê? Simplesmente porque estes são jogos totalmente áudio onde a informação é totalmente sonora.
Para começar gostaria de indicar um site que digamos é o site da comunidade de jogadores e produtores de jogos para cegos:www.audiogames.net
Este site (de língua inglesa) tem informação sobre todos os jogos existentes bem como descrições e links para o download dos mesmos. É uma excelente fonte para principiantes porque tem tudo o que devemos saber para nos orientarmos consoante os nossos gostos.
Não vou aqui dizer nem descrever os tipos de jogos que existem porque precisaria de escrever um artigo muito longo que poderia ser algo monótono mas diria para dar uma ideia que existem em versão áudio todos os tipos de jogos que existem para as pessoas com visão.
Em seguida vou citar um portal que tem um excelente jogo que é um simulador de corridas que está traduzido em português. O jogo chama-se Top Speed 2 e pode ser encontrado em:www.playinginthedark.net
Outros jogos que são muito interessantes podem ser encontrados em páginas como:www.kitchensinc.net
www.pb-games.com
www.vipgameszone.com
www.gmagames.com
www.lighttechinteractive.com
www.l-works.net
Existem muitos outros mas não seria interessante indicá-los todos porque seria uma lista interminável: apenas falei naqueles que me parecem ser os melhores. Se o tema interessar volto a escrever com mais informações.
Antes de terminar gostaria de mencionar um jogo on-line que está a ganhar cada vez mais adeptos que é um jogo que não é especificamente pensado para cegos mas que é perfeitamente acessível para os nossos leitores de ecrã e ainda por cima está traduzido em muitas línguas entre as quais o português. Neste jogo totalmente gratuito que é jogado no browser da Internet, somos um treinador de uma equipa de futebol e acompanhamos a nossa equipa na liga contra outros utilizadores. Joga-se emwww.hattrick.org
Não sei se esta é uma realidade conhecida pela maioria de entre vós mas decidi escrever este artigo para dar a conhecer e talvez para orientar alguns possíveis novos interessados para este novo mundo que é uma fonte de bem-estar que nos transmite um sentimento de muita igualdade principalmente para os jovens como eu!
Eu em criança, como muitas crianças cegas tinha sempre o desejo incontrolável de ser igual aos outros e de fazer tudo o que os meus amigos faziam. Nessa altura todas as crianças passavam muito tempo a jogar computador e eu claro não conseguia.
Mas agora tudo mudou, muitos produtores (a maioria de países anglo saxónicos) criaram o fenómeno dos “acessible games” ou seja jogos que são totalmente acessíveis para pessoas sem visão.
E porquê? Simplesmente porque estes são jogos totalmente áudio onde a informação é totalmente sonora.
Para começar gostaria de indicar um site que digamos é o site da comunidade de jogadores e produtores de jogos para cegos:www.audiogames.net
Este site (de língua inglesa) tem informação sobre todos os jogos existentes bem como descrições e links para o download dos mesmos. É uma excelente fonte para principiantes porque tem tudo o que devemos saber para nos orientarmos consoante os nossos gostos.
Não vou aqui dizer nem descrever os tipos de jogos que existem porque precisaria de escrever um artigo muito longo que poderia ser algo monótono mas diria para dar uma ideia que existem em versão áudio todos os tipos de jogos que existem para as pessoas com visão.
Em seguida vou citar um portal que tem um excelente jogo que é um simulador de corridas que está traduzido em português. O jogo chama-se Top Speed 2 e pode ser encontrado em:www.playinginthedark.net
Outros jogos que são muito interessantes podem ser encontrados em páginas como:www.kitchensinc.net
www.pb-games.com
www.vipgameszone.com
www.gmagames.com
www.lighttechinteractive.com
www.l-works.net
Existem muitos outros mas não seria interessante indicá-los todos porque seria uma lista interminável: apenas falei naqueles que me parecem ser os melhores. Se o tema interessar volto a escrever com mais informações.
Antes de terminar gostaria de mencionar um jogo on-line que está a ganhar cada vez mais adeptos que é um jogo que não é especificamente pensado para cegos mas que é perfeitamente acessível para os nossos leitores de ecrã e ainda por cima está traduzido em muitas línguas entre as quais o português. Neste jogo totalmente gratuito que é jogado no browser da Internet, somos um treinador de uma equipa de futebol e acompanhamos a nossa equipa na liga contra outros utilizadores. Joga-se emwww.hattrick.org
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sexta-feira, 31 de agosto de 2012
Softwares para deficientes visuais
Outros programas (softwares) para deficientes visuais
O deficiente visual tem várias ferramentas que podem auxiliar no seu dia-a dia, nos estudos e no lazer
Fonte Aqui
O deficiente visual tem várias ferramentas que podem auxiliar no seu dia-a dia, nos estudos e no lazer. Todos os anos surgem novidades nessa área, desde bengalas com sensores até computadores feitos especialmente para cegos. Infelizmente essas novidades nem sempre estão acessíveis à maioria dos deficientes visuais pelo seu alto custo. Muitos desses produtos são importados e por isso, ficaram ainda mais caros por causa da recente alta do dólar. Mas temos uma boa notícia nessa área: O Instituto Laramara de São Paulo passou a fabricar no Brasil a americana máquina Perkins que digita em braille. Esse é um dos instrumentos mais valiosos os cegos. Com ela, o cego pode redigir direto em braille.
O uso do computador ajuda no desenvolvimento dos portadores de necessidades especiais, facilitando o aprendizado com os recursos de escrita, leitura e pesquisa de informação. O que permitiu o acesso do cego no Brasil ao mundo da informática foi o lançamento dos programas leitores de tela, como o DOSVOX, o Virtual Vision e o Jaws, como veremos abaixo. Com esses programas o deficiente visual pode não apenas ler e escrever textos no computador, como navegar na Internet. Já existe um movimento internacional no sentido de tornar as páginas de Internet cada vez mais acessíveis ao deficiente visual. Seguindo algumas regras simples de diagramação, qualquer página de Internet pode ser lida pelos programas leitores de tela, abrindo também para o deficiente visual um mundo novo de informações que estão disponíveis na Internet.
Programas para deficientes visuais:
BR Braille - Programa transcritor de textos em caracteres Braille para caracteres alfanuméricos em português.
(Nota SACI - O software BR Braille foi desenvolvido pela Faculdade de Engenharia Elétrica
e de Computação da UNICAMP, e pode ser baixado gratuitamente pela Internet
no site http://www.fee.unicamp.br/deb/brbraille/).
Braille Creator - Software que permite criar textos em Braille no computador com vários recursos e é compatível com as principais impressoras Braille no mercado.
(Nota SACI - www.micropower.com.br/dv/braille/index.asp)
Braille Fácil - Programa que permite digitar diretamente ou importar um texto de um editor de texto convencional para preparar textos que podem ser enviados para uma impressora braille.
Dolphin - Esse software inclui um leitor de tela para cegos e um ampliador de tela para pessoas com visão subnormal.
DOXVOX - primeiro programa de leitura de tela feito no Brasil, o DOSVOX é um sistema destinado a auxiliar o deficiente visual a fazer uso do computador através de um aparelho sintetizador de voz. O sistema foi desenvolvido no Núcleo de Computação da Universidade Federal do Rio de Janeiro e vem sendo aperfeiçoado a cada nova versão por programadores deficientes visuais.
Para obter uma cópia gratuita do DOSVOX basta telefonar para (021) 2598-3198 e solicitar um cd gratuito do DOSVOX.
O CD será enviado por CECOGRAMA, e portanto gratuito. Entretanto, terá que enviar um CD para reposição.
(Nota SACI - A forma mais adequada de fazer a instalacao 3.1, que é a última versão do DOSVOX, e' baixando o kit mínimo DOSVOX e o executando. Ele faz tudo sozinho. Este kit deve ser copiado dehttp://intervox.nce.ufrj.br/dosvox/download.htm. A partir daí pode-se fazer todas as atualizações em http://intervox.nce.ufrj.br/upgrade)
Jaws - Considerado atualmente o leitor de tela mais popular do mundo, o Jaws for Windows da norte-americana Freedom Scientific possui um software de sintetizador de voz que utiliza a própria placa de som do computador. O Jaws roda em diversos idiomas, inclusive em português. O programa tem a capacidade de ler certos recursos de páginas de internet que outros programas do gênero não têm.
(Nota SACI - http://www.freedomscientific.com/ )
Openbook - É um dos softwares lideres de leitura OCR desenvolvido para os portadores de deficiências visuais.
Pocket Voice - uma aplicação informática que, fazendo uso da linguagem pictórica, simbólica e do simples texto, possibilita ao utilizador reproduzir sonoramente o que não se consegue dizer por incapacidade física.
Desenvolvido pelo casal de programadores Carla Vieira Faria e Pedro Ivo Faria, o "software" em questão ganhou no ano transacto o concurso nacional da especialidade promovido pela Microsoft, sendo pelos criadores disponibilizado gratuitamente a quem precisa http://www.pocketvoice.com/
Slimware Window Bridge - Foi o primeiro programa de leitura de telas e recebeu um prêmio internacional em 1996 como uma contribuição importante para o desenvolvimento tecnológico.
(Nota SACI - http://members.tripod.com/slimprize/screen_readers.html)
Tecla Fácil - Esse programa permite o treinamento de técnicas de digitação com o uso de teclado alfanumérico e numérico do microcomputador por cegos e portadores de visão subnormal, de forma autônoma.
Nota SACI -
Teclado falado - Digita com sintetizador de voz.
Virtual Vision - Outro programa leitor de tela brasileiro, o Virtual Vision foi desenvolvido pela MicroPower. O Virtual Vision é totalmente adaptado para o uso do sistema operacional Windows e seus aplicativos e não requer sintetizador de voz externo. O programa utiliza o Delta Talk, a tecnologia de síntese de voz que garante, segundo o seu fabricante, a qualidade de áudio como o melhor sintetizador de voz em português.
(Nota SACI - Para mais informações, consulte http://www.micropower.com.br)
WAT - IBM Web Adaptation Technology - Um navegador para pessoas com baixa visão, que pode ser configurado conforme a necessidade do usuário.
www.webadapt.org/ibm
A IBM, em parceria com a Rede SACI, tem um projeto de utilização e acompanhamento do software. Os interessados podem enviar um email pararegistrowat@saci.org.br e se inscrever no programa.
Windows-Eyes - Outro programa de leitura de telas que inclui novos recursos importantes para facilitar o acesso à Internet para os deficientes visuais.
(Nota SACI - http://www.gwmicro.com/)
Fonte Aqui
O deficiente visual tem várias ferramentas que podem auxiliar no seu dia-a dia, nos estudos e no lazer. Todos os anos surgem novidades nessa área, desde bengalas com sensores até computadores feitos especialmente para cegos. Infelizmente essas novidades nem sempre estão acessíveis à maioria dos deficientes visuais pelo seu alto custo. Muitos desses produtos são importados e por isso, ficaram ainda mais caros por causa da recente alta do dólar. Mas temos uma boa notícia nessa área: O Instituto Laramara de São Paulo passou a fabricar no Brasil a americana máquina Perkins que digita em braille. Esse é um dos instrumentos mais valiosos os cegos. Com ela, o cego pode redigir direto em braille.
O uso do computador ajuda no desenvolvimento dos portadores de necessidades especiais, facilitando o aprendizado com os recursos de escrita, leitura e pesquisa de informação. O que permitiu o acesso do cego no Brasil ao mundo da informática foi o lançamento dos programas leitores de tela, como o DOSVOX, o Virtual Vision e o Jaws, como veremos abaixo. Com esses programas o deficiente visual pode não apenas ler e escrever textos no computador, como navegar na Internet. Já existe um movimento internacional no sentido de tornar as páginas de Internet cada vez mais acessíveis ao deficiente visual. Seguindo algumas regras simples de diagramação, qualquer página de Internet pode ser lida pelos programas leitores de tela, abrindo também para o deficiente visual um mundo novo de informações que estão disponíveis na Internet.
Programas para deficientes visuais:
BR Braille - Programa transcritor de textos em caracteres Braille para caracteres alfanuméricos em português.
(Nota SACI - O software BR Braille foi desenvolvido pela Faculdade de Engenharia Elétrica
e de Computação da UNICAMP, e pode ser baixado gratuitamente pela Internet
no site http://www.fee.unicamp.br/deb/brbraille/).
Braille Creator - Software que permite criar textos em Braille no computador com vários recursos e é compatível com as principais impressoras Braille no mercado.
(Nota SACI - www.micropower.com.br/dv/braille/index.asp)
Braille Fácil - Programa que permite digitar diretamente ou importar um texto de um editor de texto convencional para preparar textos que podem ser enviados para uma impressora braille.
Dolphin - Esse software inclui um leitor de tela para cegos e um ampliador de tela para pessoas com visão subnormal.
DOXVOX - primeiro programa de leitura de tela feito no Brasil, o DOSVOX é um sistema destinado a auxiliar o deficiente visual a fazer uso do computador através de um aparelho sintetizador de voz. O sistema foi desenvolvido no Núcleo de Computação da Universidade Federal do Rio de Janeiro e vem sendo aperfeiçoado a cada nova versão por programadores deficientes visuais.
Para obter uma cópia gratuita do DOSVOX basta telefonar para (021) 2598-3198 e solicitar um cd gratuito do DOSVOX.
O CD será enviado por CECOGRAMA, e portanto gratuito. Entretanto, terá que enviar um CD para reposição.
(Nota SACI - A forma mais adequada de fazer a instalacao 3.1, que é a última versão do DOSVOX, e' baixando o kit mínimo DOSVOX e o executando. Ele faz tudo sozinho. Este kit deve ser copiado dehttp://intervox.nce.ufrj.br/dosvox/download.htm. A partir daí pode-se fazer todas as atualizações em http://intervox.nce.ufrj.br/upgrade)
Jaws - Considerado atualmente o leitor de tela mais popular do mundo, o Jaws for Windows da norte-americana Freedom Scientific possui um software de sintetizador de voz que utiliza a própria placa de som do computador. O Jaws roda em diversos idiomas, inclusive em português. O programa tem a capacidade de ler certos recursos de páginas de internet que outros programas do gênero não têm.
(Nota SACI - http://www.freedomscientific.com/ )
Openbook - É um dos softwares lideres de leitura OCR desenvolvido para os portadores de deficiências visuais.
Pocket Voice - uma aplicação informática que, fazendo uso da linguagem pictórica, simbólica e do simples texto, possibilita ao utilizador reproduzir sonoramente o que não se consegue dizer por incapacidade física.
Desenvolvido pelo casal de programadores Carla Vieira Faria e Pedro Ivo Faria, o "software" em questão ganhou no ano transacto o concurso nacional da especialidade promovido pela Microsoft, sendo pelos criadores disponibilizado gratuitamente a quem precisa http://www.pocketvoice.com/
Slimware Window Bridge - Foi o primeiro programa de leitura de telas e recebeu um prêmio internacional em 1996 como uma contribuição importante para o desenvolvimento tecnológico.
(Nota SACI - http://members.tripod.com/slimprize/screen_readers.html)
Tecla Fácil - Esse programa permite o treinamento de técnicas de digitação com o uso de teclado alfanumérico e numérico do microcomputador por cegos e portadores de visão subnormal, de forma autônoma.
Nota SACI -
Teclado falado - Digita com sintetizador de voz.
Virtual Vision - Outro programa leitor de tela brasileiro, o Virtual Vision foi desenvolvido pela MicroPower. O Virtual Vision é totalmente adaptado para o uso do sistema operacional Windows e seus aplicativos e não requer sintetizador de voz externo. O programa utiliza o Delta Talk, a tecnologia de síntese de voz que garante, segundo o seu fabricante, a qualidade de áudio como o melhor sintetizador de voz em português.
(Nota SACI - Para mais informações, consulte http://www.micropower.com.br)
WAT - IBM Web Adaptation Technology - Um navegador para pessoas com baixa visão, que pode ser configurado conforme a necessidade do usuário.
www.webadapt.org/ibm
A IBM, em parceria com a Rede SACI, tem um projeto de utilização e acompanhamento do software. Os interessados podem enviar um email pararegistrowat@saci.org.br e se inscrever no programa.
Windows-Eyes - Outro programa de leitura de telas que inclui novos recursos importantes para facilitar o acesso à Internet para os deficientes visuais.
(Nota SACI - http://www.gwmicro.com/)
sexta-feira, 24 de agosto de 2012
Brasileiro cria bengala eletrônica de baixo custo para deficientes visuais
Estudante inventou protótipo para trabalho de conclusão de curso. Dois sensores vibram quando há obstáculos acima ou abaixo da cintura.
Laura Brentano
Guimarães criou o protótipo da bengala para seu
trabalho de conclusão de curso (Foto: Divulgação)
“Quando ambos balançam quer dizer que o obstáculo é grande”, explica Guimarães, que criou o protótipo para o seu trabalho de conclusão no curso de Ciência da Computação da Universidade Regional Integrada do Alto Uruguai e das Missões (URI), no Rio Grande do Sul.
Nos Estados Unidos, já existe uma versão de bengala eletrônica vendida por US$ 1,4 mil. No Brasil, outro estudante criou um aparelho parecido, mas que conta apenas com um sensor e sai por R$ 500. “Só a parte eletrônica do meu protótipo, com componentes comprados no Brasil, custa R$ 225, sem contar a bengala”, diz Guimarães, que uso apenas softwares e hardwares de código aberto, ou seja, que qualquer pessoa pode usar e alterar sem pagar nada.
A ideia de Guimarães surgiu por meio de projetos da universidade que buscam alternativas para deficientes visuais. “Ele viu a possibilidade de desenvolver um projeto para que os deficientes não precisem mais ficar cutucando o solo para saber onde estão”, completa o professor.
Como a formatura de Guimarães está marcada para dezembro, ele ainda pretende melhorar o protótipo e estuda como a bengala será colocada no mercado. “Ainda não sei se será uma bengala fixa ao sensor ou adaptada. Espero conseguir investidores e vendê-la por, no máximo, R$ 300”, diz o estudante.
“O trabalho ainda não foi concluído, mas está bem adiantado. A ideia é ter uma bengala realmente formada. O protótipo é feito com canos PVC, por exemplo. Também pensamos em, no futuro, criar um kit para que o deficiente conecte os sensores a sua bengala”, explica o professor Rolim.
Protótipo conta com dois sensores e um microcontrolador que envia as vibrações (Foto: Divulgação)
Fonte: G1.com.br
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