Mostrando postagens com marcador acontecimento. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador acontecimento. Mostrar todas as postagens

domingo, 21 de outubro de 2012

Cão cego que nada e recolhe objetos na água ganha prêmio




Um labrador foi premiado na Grã-Bretanha por sua habilidades de nadar e buscar objetos embaixo d'água. Detalhe: o cão é cego e, mesmo assim, demonstra agilidade e atrai atenção por sua destreza.

Jack, que está sendo chamado de 'Michael Phelps de quatro patas', tem dez anos e ganhou o prêmio Pet Champion na categoria esportes aquáticos, deixando para trás centenas de outros cachorros de todo o país.

Margaret Simpson, dona do cão, disse que as 200 libras (cerca de R$ 650) recebidas serão usadas para suas despesas com veterinário, além de uma nova coleira e brinquedos.

O labrador ficou cego há três anos, mas isso não o impediu de aprender novas habilidades.

"Quando nós o trouxemos para casa ele estava perdendo a visão", conta Margaret. Ela diz que a família, natural de Coventry, logo se deu conta do talento de Jack e passou a estimulá-lo jogando objetos para que ele buscasse dentro d'água.

"Ele começou a entrar em lagos e canais usando somente seu faro, colocando sua cabeça embaixo d'água e trazendo grandes pedras de volta. Aí, passamos a atirar um brinquedo de borracha, que era melhor para seus dentes, e ele simplesmente mergulhava. Foi assim que percebemos como ele era talentoso".

Jack passou a sofrer de atrofia retinal progressiva, uma doença genética comum, quando tinha seis anos, e, em menos de um ano, já estava cego.

quinta-feira, 18 de outubro de 2012

Invisibilidades

Rede SACI
11/10/2012
Artigo de Marta Gil


Comentário SACI: (*) Marta Gil: Socióloga, consultora na área da Deficiência, coordenadora do Amankay Instituto de Estudos e Pesquisas, Fellow da Ashoka Empreendedores Sociais, colaboradora do SENAI-SP e do Planeta Educação. Foi uma das criadoras da Rede SACI e sua gerente até 2006.


A “invisibilidade” na área da Deficiência já se tornou uma velha conhecida. As pessoas com deficiência a sentem na pele, nas mais diversas situações; os que estão perto delas ou trabalham na área têm muitas histórias dela para contar.

Para Harry Potter e seus amigos, a invisibilidade trazia vantagens e, portanto, era desejável: com a capa mágica, podiam se aventurar, descobrir segredos e identificar vilões. A capa os protegia, dava acesso a informações preciosas ou mesmo favorecia escapadelas.

Não é esse o caso das pessoas com deficiência. Porém, já que repetimos tantas vezes essa afirmação e até comprovamos sua ocorrência, vale a pena refletir sobre isso.

Mas, por que usar o plural?
Porque acho que há dois tipos de invisibilidade.

A nossa velha conhecida é aquela que ignora as características das pessoas com deficiência, camuflando-as com frases como “Para mim, todos são iguais”; “O que me interessa são pessoas”; “Trato todos do mesmo jeito” ou variações parecidas. Essas frases, que aparentemente traduzem sentimentos louváveis, podem esconder um perigo, embora as intenções de quem fala sejam as melhores e as mais nobres possíveis.

Perigo? Como assim?
Ele reside na não consideração de características que fazem parte da natureza da pessoa com deficiência. Se os traços diferenciais são “pasteurizados” em nome desta igualdade que não respeita a diversidade – ao contrário, passa um trator sobre ela - então essas características ficam, sim, “invisíveis”. Resultado: escolas (e demais espaços sociais) não têm materiais em braile, em português simplificado ou com audiodescrição; surdos não têm intérpretes de Libras; rampas, elevadores, softwares, pisos podotáteis nem são contemplados em orçamentos, etc., etc.
Como alerta Reinaldo Bulgarelli: As pessoas não são “alminhas vagando por aí”; têm corpos, características, desejos e necessidades, que formam sua identidade. Quando esta não é sequer considerada em nome de uma suposta “igualdade”, elas se tornam “invisíveis” porque algumas de suas características são solenemente ignoradas. Aí, a presença nos espaços sociais se torna difícil ou até mesmo inviável, para muitas. Isso explica porque nem sempre são vistas por nós.

Esse tipo de invisibilidade deve ser combatido, sempre. A Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, que o Brasil ratificou com equivalência constitucional é o instrumento mais potente que dispomos para garantir a visibilidade. A Convenção traz um novo olhar, tendo como base os Direitos Humanos. Um de seus pilares é a Acessibilidade, em todos os significados do termo. A ausência de acessibilidade configura discriminação – e discriminar é crime. Simples assim.

Ana Paula Crosara, que tinha uma deficiência física, costumava dizer que esperava o dia em que entrar e sair de um carro fosse algo corriqueiro, deixando de ser “um espetáculo”, que atraía olhares curiosos.
Esse outro tipo de “invisibilidade” é desejável, pois vem da naturalidade: indica que as condições para que as pessoas com deficiência possam participar da sociedade estão asseguradas. Assim, elas podem “aparecer” e todos podemos conviver com tranquilidade, segurança e respeito.

A “invisibilidade desejável” beneficia a todos, porque considera a diversidade funcional de cada um. Ela cria um círculo virtuoso: ao olhar de frente o diferente, a sociedade inventa alternativas e busca soluções; à medida que a acessibilidade aumenta, mais pessoas entram na roda e a diferença passa a ser percebida e celebrada como parte da riqueza da Vida.
Para termos direitos iguais, nossas diferenças precisam ser vistas, reconhecidas e aceitas.

sábado, 15 de setembro de 2012

Futebol para cegos


O Uso do tampão oftalmológico e obrigatório
Você já assistiu a uma partida de futebol para pessoas portadoras de deficiências visuais? Não? Pois bem, o objetivo desse texto é apresentar uma adaptação para pessoas cegas de um esporte tradicional em nosso país: o futsal.
No entanto, convém, em primeiro lugar, compreender o significado de deficiência visual ou de cegueira. O termo deficiente poderia induzir à ideia de que se trata de uma pessoa não eficiente, cujas capacidades são limitadas. Isso não é verdade: a convivência com essas pessoas, que apresentam características diferentes de grande parcela da população, rompe com esse tipo de preconceito ao mostrar que são pessoas tão ou mais inteligentes do que as outras e tão ou mais esforçadas do que as outras. As deficiências de cunho visual cobrem um grande leque de possíveis distúrbios da visão, podendo atingir à cegueira total. No que se refere às atividades cotidianas, há um mito que de essas pessoas não podem fazer as mesmas atividades que todas as outras. A própria prática do futebol para cegos é um exemplo desse mito.
O jogo de futebol para cegos também é chamado de “futebol de cinco”, já que traz muita influência do futebol de salão. Como o próprio nome diz, as equipes são formadas por cinco jogadores, de modo que quatro jogadores atuam na linha e um como goleiro. Em competições não oficiais, os jogadores da linha podem ou não serem cegos totais. No sentido de proporcionar igualdade de condições, todos eles devem usar uma venda. A exceção é o goleiro que sempre terá cegueira parcial: sua função, além de defender as bolas atacadas contra o seu time, é de atuar como guia do time. Por outro lado, nas competições de cunho oficial, os quatro jogadores de linha deverão pertencer à classificação de cegueira total, de modo que a única função permitida ao portador de deficiência visual parcial é a de goleiro.
As dimensões oficiais da quadra são variáveis entre 38 e 42 metros de comprimento por 18 a 22 metros de largura. O material do solo pode ser de cimento, grama natural ou grama sintética, de modo que seja obrigatoriamente plana e não abrasiva.
A bola utilizada nas partidas deve apresentar as seguintes características: esférica, com circunferência entre 60 e 62 centímetros e ser de couro ou qualquer outro material adequado. A sua grande particularidade reside no som que ela emite, para que os jogadores possam percebê-la na quadra. Esse sistema de som é geralmente composto por guisos, que fazem barulho conforme a bola se movimenta.
O uniforme obrigatório dos jogadores é composto por camisa, calção curto, meias, caneleiras e calçado. O único tipo de calçado permitido é tênis branco, que pode ser de couro ou de lona. O único jogador que pode usar calças compridas é o goleiro, cuja cor da roupa deve ser diferente daquelas usadas pelo resto do time.
Além disso, fazem parte dos equipamentos obrigatórios dos jogadores: tampão oftalmológico nos dois olhos e vendas. As vendas devem ser de material absorvente – devido ao suor -, com proteção acolchoada. Em competições oficiais, a venda é entregue aos jogadores pela organização do campeonato.
Atualmente, o futebol para cegos é praticado em mais de trinta países. Sua estreia oficial em Jogos Olímpicos para pessoas portadoras de deficiência – Paraolimpíadas – ocorreu em 1994, na cidade de Atenas. Desde então, os atletas dessa modalidade vêm sendo reconhecidos, especialmente no Brasil, país vencedor do futebol de cinco nos Jogos de Atenas.
Para saber mais:
Federação Internacional de Esportes para Cegos –
www.ibsa.es
Por Paula Rondinelli
Colaboradora Brasil Escola
Graduada em Educação Física pela Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho” – UNESP
Mestre em Ciências da Motricidade pela Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho” – UNESP
Doutoranda em Integração da América Latina pela Universidade de São Paulo - USP




Fonte:
http://www.brasilescola.com/educacaofisica/futebol-para-cegos.htm

quinta-feira, 6 de setembro de 2012

Palestra na Biblioteca Pública do Paraná

"Deficiência, diferenças e acessibilidade"

A Seção Braille, em parceria com a Secretaria de Estado da Educação/CAP Curitiba, convida para a palestra: "Deficiência, diferenças e acessibilidade", ministrada pelo Doutor em Educação Especial Professor Paulo Ricardo Ross.

O evento acontecerá dia 20/09/12, ás 14 horas, no auditório Paul Garfunkel - 2º andar  da Biblioteca Pública do Paraná, localizada na rua Cândido Lopes, 133. Curitiba/PR

Para certificação é necessário inscrição pelo e-mail: cleomirasouza@bpp.pr.gov.br ou cleunicesilva@bpp.pr.gov.br.


PARTICIPE!

terça-feira, 4 de setembro de 2012

Quadro de Medalhas Paraolimpíadas 2012

As Paraolimpíadas de Londres 2012 continuam com toda a força. A China vem mostrando que é mesmo a grande força dos jogos paraolímpicos e está com larga vantagem na primeira colocação no quadro de medalhas.

Os chineses se encontram com 46 medalhas de ouro, 26 de prata e 31 de bronze, totalizando 103 medalhas. A Grã-Bretanha aparece na segunda posição com 18 medalhas de ouro, 25 de prata e 18 de bronze, com um total de 61 medalhas.

Na briga pela terceira posição, e cada um com 15 medalhas de ouro, aparecem Austrália, Ucrânia e Estados Unidos. Os australianos levam vantagem pelo maior número de medalhas de prata, 19 no total.

O Brasil vem fazendo um bom papel até o momento, os nossos atletas até agora contam com 7 medalhas de ouro, 3 de prata e 3 de bronze.

Até o dia 09 de setembro, quando se encerram os jogos paraolímpicos, esperamos que nossos atletas melhorem cada vez mais o desempenho, o qual já nos deixa orgulhosos por toda a superação e capacidade de competir com os outros países.

Confira o Quadro de Medalhas -




Fonte postagem


domingo, 2 de setembro de 2012

Amor de pai e filha

Giovanna recebeu seu Portifólio da escolinha e ao chegar em casa fez uma audiodescrição para o seu pai que é deficiente visual, sobre seus trabalhos realizados.


quinta-feira, 30 de agosto de 2012

Famosos com deficiência


Inúmeros homens e mulheres de séculos passados conseguiram a proeza de eternizar seus nomes na História, apesar de suas deficiências.


Nos anos atuais muitos indivíduos também têm tido sucesso excepcional em suas vidas, mesmo com problemas limitadores. 

O Centro de Referências FASTER acha que vale a pena olharmos de perto esse assunto, porque considera que nossa sociedade não pode permitir que essas pessoas e seus feitos marcantes desapareçam do conhecimento humano e fiquem mergulhados no eterno silêncio. 

Dentre muitos daqueles que se destacaram em suas atuações nos mais variados
campos, tanto no passado quanto no presente, ressaltamos os seguintes:



- A -
Abraham Lincoln, presidente dos EUA (Síndr. de Marfan)
Agatha Christie, escritora (dislexia)
Albert Einstein, cientista (dislexia)
Alexander Graham Bell, inventor - telefone (dislexia)
Alexander Pope, escritor (malformações congênitas)
Andrea Bocelli , cantor (cegueira)
Ana Rita de Paula, psicologa (mal congênito progressivo)
Anette Funicello, atriz (esclerose múltipla)
Anisis, faraó da IV Dinastia (cegueira)
Antonio de Cabezón, músico (cegueira)
Antonio Feliciano de Castilho , literato (cegueira)
Antonio Francisco Lisboa, (Aleijadinho) escultor
Ápio Cláudio, cônsul romano (cegueira)
Arthur Ashe, tenista (HIV positivo)
Arthur Clark, (poliomielite)
Auguste Renoir, pintor (artrite reumatóide)
Auguste Rodin, escultor (dislexia)

- B -
Ben Johnson, esportista (dislexia)
Bertha Galeron de Calonne (cegueira e defic. auditiva)
Bispo Hincmar, religioso (cegueira)
Bob Dole, (deficiencia no braço direito)
Boris Casoy, jornalista (poliomielite)
Bruce Jenner, (deficiência de aprendizado)

- C -
Caio Júlio César imperador romano (tumor cerebral)
Célia Leão , deputada estadual (paraplegia)
Cesar Torres Coronel (cegueira e deficiencia auditiva)
Charles Darwin, cientista (dislexia)
Charlton Heston, ator de cinema (mal de Alzheimer)
Chris Burke, ator americano (síndrome de Down)
Christopher Reeve, artista de cinema (tetraplegia)
Christy Brown, escritor e artista plástico (paralisia cerebral)
Cláudio imperador romano (deficiências múltiplas)
Constantino IX, imperador bizantino (artrite reumatóide)

- D -
Dan Inouye, político americano (amputação)
Demócrito, filósofo (cegueira)
Dennis Byrd, astro do futebol americano (paraplegia)
Dídimo, diretor Escola de Alexandria (cegueira)
Donald Sutherland, ator de cinema (poliomielite)
Dorina Nowill, presidente de fundação (cegueira)
Dorothea Lange, (cegueira)
Douglas Bader, aviador II Guerra (amputado das pernas)
Dwight Mackintosh, (deficiência mental)

- E -
Enrico Dandolo, doge de Veneza (cegueira)
Ernesto Nazareth, compositor (deficiência auditiva)
Eugenio Malossi, (cegueira e deficiência auditiva)
Eveno, advinho grego (cegueira)

- F -
Felipe III, rei da Macedônia (deficiência mental)
Fineu, rei da Tracia (cegueira)
Francisco Goya, pintor (deficiência auditiva)
Frank Williams, ex-piloto (paraplegia)
Franklin D. Roosevelt, estadista (poliomielite)
Frida Kahlo, pintora (poliomielite)

- G -
Galba, imperador romano (artrite reumatóide)
Galileu Galilei, cientista (cegueira)
General Belisário, general bizantino (cegueira)
Goetz Von Berlichingen, herói medieval (braço amputado)
Greg Louganis, (dislexia)
Gretchen Josephson, (deficiência mental)
Gustave Flaubert, (dislexia)

- H -
Hans Christian Andersen, escritor (dislexia)
Harriet Tubman, (lesão traumática cerebral)
Harry Belafonte, artista de cinema (dislexia)
Heather Whitestone, miss EUA (deficiência autitiva)
Hegesistrato, advinho grego (amputação)
Helen Keller, escritora (cegueira e deficiência auditiva)
Henri Toulouse Lautrec, pintor (problema congênito)
Henry Fawcett, economista e político (cegueira)
Henry Holden, (poliomielite)
Homero, poeta épico grego (cegueira)

- I -
Ida Lupino, artista de cinema (polio)
Ikhnaton, faraó egípcio (epilepsia)
Itzhak Perlman, violinista (poliomielite)
Isaac, patriarca hebreu (cegueira)

- J -

Jackie Stewart, ex piloto de corridas (dislexia)
Jacques Nicholas Thierry, cientista (cegueira)
Jacó, patriarca hebreu (lesão traumática)
Jim Abbott, (amputação de mão)
João do Pulo, atleta (amputação)
João Paulo II, papa (mal de Parkinson)
Joaquin Rodrigo, compositor espanhol (cegueira)
Johannes Kepler, cientista (deficiência visual)
John F. Kennedy, estadista (lesão na coluna)
John Metcalf, (cegueira)
John Milton, poeta inglês (cegueira)
John Wesley Powell, (cegueira)
Jorge Luis Borges, poeta (cegueira)
José Feliciano, (cegueira)


- K -
Katherine Hepburn, atriz de cinema (mal de Parkinson)
Katia, cantora (cegueira)



- L -
Labda, mãe do rei Cipselo (malformação congênita)
Lars Grael, iatista (amputação de perna)
Laura Bridgman, (cegueira e deficiência auditiva)
Leonard C. Dowdy, (cegueira e deficiência auditiva)
Leonardo DaVinci, inventor (dislexia)
Leonhard Euler, cientista (cegueira)
Lex Frieden, lider mundial (quadriplegia)
Licurgo, Rei da Tracia (cego)
Lord Byron, (pé defeituoso)
Loretta Claiborne, atleta (deficiência mental)
Lou Ferrigno, ator (deficiência auditiva)
Louis Braille, (cegueira)
Lucille Ball, atriz de cinema (artrite reumatóide)
Ludwig Van Beethoven, compositor (deficiência auditiva)
Luiz de Camões, escritor (deficiência visual)
Luis III, Rei da Provença e da Itália (cegueira)

- M -
Magic Johnson, jogador de basquete (HIV positivo)
Margaux Hemmingway, atriz de cinema (dislexia)
Maria de Lourdes Guarda, (paraplégica)
Marie Therese Von Paradis, pianista (cegueira)
Marla Runyan, corredora olímpica (cegueira)
Marlee Matlin, (deficiência auditiva)
Mel Ferrer, ator e diretor de cinema (poliomielite)
Mel Tillis, cantor e compositor (gagueira)
Mia Farrow, atriz de cinema (poliomielite)
Mike Utley, jogador de futebol americano (tetraplegia)
Mohammed Ali, pugilista (mal de Parkinson)
Moisés, Patriarca Hebreu (gagueira)

- N -
Nelson Ned, cantor (nanismo)
Nelson Rockefeller, (dislexia)
Nicholas Saunderson, Matemático e cientista (cegueira)
Noé, Patriarca Hebreu (albinismo)

- O -
Olga Ivanovna Skorojodova, psicóloga (cega/def. auditiva)
Othon, Imperador (defeito nas pernas)
Oliver Reed, ator inglês (dislexia)

- P -
Patricia Neal, (hemiplegia)
Peter Falk, artista de cinema (cegueira parcial)

- R -
Ragnhild Kaata, (cegueira e deficiência auditiva)
Ray Charles, cantor (cegueira)
Renata Tebaldi, cantora lírica (poliomielite)
Richard Pryor, ator de cinema (esclerose múltipla)
Robert J. Smithdas, (cegueira e deficiência auditiva)
Robin Williams, ator (dislexia)
Ronald Reagan, estadista (mal de Alzheimer)
Ronnie Milsap, (cegueira)
Rosangela Berman Bieler, presidente IIDI (paraplegia)
Roma, porteiro de templo egípcio (poliomielite)

- S -
Sammy Davis Jr., artista (deficiência visual)
Sandy Duncan, (deficiência visual)
Santo Egídio, (lesão física)
Santo Herveu, (cegueira)
São Paulo Apóstolo, (deficiência visual)
Sarah Bernhardt, (amputação de perna)
Septímio Severo, (deficiência física)
Siptah, faraó egípcio (poliomielite)
Stephen Hawking, físico (esclerose amiotrófica)
Stevie Wonder, cantor (cegueira)
Sundiata, rei Mali (deficiência física)

- T -
Teddy Pendergrass, compositor (tetraplegia)
Thomas A. Edison, inventor (dislexia e deficiência auditiva)
Thomas Blacklock, poeta (cegueira)
Terence Parkin, nadador (deficiência auditiva)
Tiresias, sábio grego(cegueira)
Tirteu, professor ateniense (deficiência física)
Tobias, personagem bíblico (cegueira)
Tom Cruise, artista de cinema (dislexia)
Tutankhamon, faraó egípcio (síndrome de Klippel-Feil)

- V -
Valise Amadescu, (cegueira e deficiência auditiva)
Vincent Van Gogh, pintor (dislexia)
Vitélio, imperador romano (deficiência física)

- W -
Walt Disney, empresário e desenhista (dislexia)
Walter Scott, escritor (poliomielite)
Whoopy Goldberg, atriz de cinema (dislexia)
Wilma Mankiller, (distrofia muscular)
Wilma Rudolph, (síndrome post polio)
William Hickling Prescott, historiador (cegueira)
Winston Churchill, estadista (dislexia)
Woodrow Wilson, estadista (dislexia)



Fonte: http://www.crfaster.com.br/gfamosos.htm 

quarta-feira, 22 de agosto de 2012

Seção Braille - Biblioteca Pública do Paraná



A Biblioteca Pública do Paraná possui um espaço destinado a formação e desenvolvimento de pessoas com deficiência visual, a Seção Braille, que disponibiliza o acesso à informação e à leitura através de meios especializados, como o livro falado, o livro digitalizado e o livro em Sistema Braille. Além de periódicos (revistas, boletins e folhetos), tocadores de mp3 e fones de ouvido, equipamentos de som, Cds, jogos adaptados, equipamentos para escrita e cálculo, máquinas de datilografia Braille, regletes, punções, sorobãs, equipamentos para ampliação de imagens e de textos, além de computadores com sintetizadores de voz que possibilitam a audição do que está escrito na tela.

Empréstimo

O usuário também pode fazer empréstimo do acervo. Para utilizar esse serviço, o usuário deve fazer sua inscrição de acordo com as “Normas para inscrição de leitor e empréstimo de livros” na Seção de Circulação. De posse da carteirinha, o leitor solicita o cadastramento na Seção Braille. As pessoas residentes em outros municípios do Paraná devem efetuar a solicitação através da biblioteca municipal local, que solicitará os serviços da REDECEG (Serviço de apoio a outras bibliotecas).


Visitas Orientadas


A Seção Braille recebe visitas de grupos para apresentação do espaço físico e dos serviços prestados. De acordo com a faixa etária, essas visitas devem ser previamente agendadas na Seção Infantil.



Horário de atendimento:


segunda a sexta, das 8h30 às 19h;

aos sábados, das 8h30 às 12h30.



Mais informações:


http://www.bpp.pr.gov.br/

Telefone: (41)3221-4985.
E-mail: braille@pr.gov.br

terça-feira, 21 de agosto de 2012

Braille

O braille é muito importante na alfabetização, ele é um código de escrita para pessoas cegas. Abaixo, um vídeo que mostra um pouco do seu funcionamento:

 


 No próximo post, irei mostrar um lugar onde deficientes visuais podem ter acesso gratuito a filmes, livros, palestras, eventos e muito mais...